Maio 2012
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Uma palavra amiga, uma noticia boa
Isso faz falta no dia a dia
A gente nunca sabe quem são essas pessoas” —Charlie Brown Jr.
Te amarei bem mais do que esta hora
Me lembrarei de tudo que eu não disse
E de quando havia tudo que existe” —Legião Urbana (via voltaporfavor)
“Eu só quero isso. Alguém que chegue, me faça rir, permaneça. Que dispute comigo no final do dia quem ama mais. Eu só quero isso: um pouquinho de amor, de carinho. Quero alguém que fique, por mais difícil que esteja. Um sol pra me fazer de Terra e girar em torno. Para me iluminar, por mais que a escuridão aparente não ir embora. Alguém para rir das piadas mais estúpidas do mundo. Quero alguém que exista apenas em mim, quero existir em alguém. Ser o mundo de alguém. Quero alguém que, no final de um diálogo, diga tchau, pelo menos umas 5 vezes e depois de tudo, apenas, esqueça de ir embora.”
Uma hora eu acabo desistindo dessa porra toda.
Se eu fixar o olhar pra sua boca, me beija porra.
As vezes, você só perceba a importância de um momento quando ele se torna uma lembrança .
Minha razão diz :
Há, você vai esquecer ele facil !
Meu coração diz :
Vai lá otária, se engana de novo !
Ela : Essa distancia quer nos separar !
Ele : Mais ela não vai conseguir !
Ela : Mais e se acontecer ( ? )
Ele : Então nunca foi amor ‘
Ele : Eu vou te matar quem esta te fazendo sofrer ! ~
Ela : Suicídio não é um ato muito bonito !
“— Psiu.
— Fala.
— Para com isso…
— Parar com isso o que?
— De ser tão fria comigo.
— Não estou sendo fria.
— Tá sim.
— Não tô não.
— Tá bom, não está. Mas você mudou.
— Não mudei.
— Mudou.
— Não, não mudei. Quem mudou aqui foi você.
— Eu? Continuo sendo o mesmo.
— Aham.
— Olha lá.
— O que?
— Tá sendo fria de novo.
— Não estou sendo fria, só não quero discutir com você.
— Você tá distante de mim, você tá me evitando.
— Prefiro assim.
— Mas o que foi que eu fiz?
— Nada.
— Nada…
— Tudo bem, o único problema aqui sou eu. Você não tem nada a ver.
— Para de ser modesta. Depois que a gente terminou, você mudou.
— Se fosse só eu… Mas foi eu e você, nós mudamos.
(Silêncio)
— Mô?
— Oi?
— Mô?
— Fala.
— Tá vendo?
— O que?
— Você não nega ainda ser o meu amor.
— E daí?
— Não precisa ficar vermelha.
— Não tô vermelha.
— Tá sim, cada vez mais.
— Cala a boca.
— Você tá linda assim.
— Cala a boca!
— Sinto sua falta.
— Mandei calar a boca.
— Mas…
— Quieto! Também sinto sua falta.
— Mô?
— O que?
— Posso falar?
— Já tá falando…
— Volta pra mim?
— Mas eu nunca fui embora.”